NE:
324 e-mails (entre comentários publicados e não publicados) chegaram ao portal dando continuidade à matéria produzida por Edomir Martins de Oliveira, entrevistando o possível candidato à Reitoria da Ufma, professor NATALINO SALGADO.
A íntegra da matéria está arquivada em ENTREVISTA, neste Portal e no site do dr. Edomir (basta clicar na foto dele, à esquerda, na coluna de comentaristas).
COMENTÁRIOS + IMPORTANTES
(À favor ou contra, com fundamentos, dentro do espaço democrático que tem sido este Portal MLB):
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BRASÍLIA- Indagado sobre a possível eleição do professor NATALINO SALGADO FILHO à Reitoria da Universidade Federal do Maranhão, o professor e líder acadêmico RAIMUNDO PALHANO, foto, (um dos mais votados em lista tríplice, mas não nomeado por questões políticas, algumas eleições reitorais atrás), disse:
- Tinha um compromisso com o Prof. José Américo da Costa Barroqueiro (Vice-Reitor). Mas se ele indicar outro nome, com certeza, será de bom senso.
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Mário Márcio - São Luís/MA escreveu:
(Juiz de Direito)
Caríssimos,
Não pretendo criar nova polêmica, sobretudo porque esses são os primeiros comentários que envio ao site.
Quero apenas registrar que as pessoas podem, sim, dizer tudo o que pensam; contudo, devem fazê-lo de modo a não ofender, cercear ou intimidar – consciente ou inconscientemente - os outros. Às vezes, não importa tanto o que se diz; o que vale mesmo é a maneira.
Afinal, vivemos em um país em que a liberdade de expressão é assegurada constitucionalmente, mas onde também é vedado o anonimato e cada um responde pelo que diz ou escreve.
IMPORTANTE: não estou externando juízo de valor sobre o que já foi escrito no site. Em absoluto!
Por fim, quero também deixar registrado meu desconforto ao ler e ouvir referências ao Maranhão e a São Luís como “províncias”. E saibam que eu nasci em Corumbá, no Mato Grosso do Sul.
De fato, ainda temos muitas características de uma cidade provinciana. Mas mesmo grandes centros também as têm. Para ficar apenas em dois exemplos: a falta de compromisso da algumas autoridades com os verdadeiros anseios da povo e o preconceito que vai muito além da raça ou da opção sexual.
Cordiais saudações a todos e a todas.
Mário Márcio
19/04/06 19/04/06
29/01/07 29/01/07
Mariana Rodrigues escreveu:
Faz dias que não converso com ela e nem perguntei. Tá na cara que se ela votasse ai pra reitor, votaria em Natalino Salgado. Mhário, ela não está por aí não? Tá silenciosa. Quando ela tá quietinha assim deve estar por ai namorando aquele sex(agenário) dela. Cabra de sorte!
http://www.mhariolincoln.jo...
Fátima Oliveira escreveu:
Instigada pelas ponderações de Mário Márcio, compartilho alguns pensamentos ainda não sistematizados sobre o conceito de provincianismo – vocábulo que bateu forte em mim, há pouco tempo quando alguém aqui no Portal disse havia um risco real de o mundo perder Fátima Oliveira para a província de São Luís (onde morei dos 15 aos 24 anos!). Na hora entendi que era algo depreciativo, mas não tive segurança suficiente para rebater. E na dúvida, sempre calo. Desde então, tenho lido sobre o tema e escrito algumas coisas sobre o assunto.
Breves reflexões sobre provincianismo
Fátima Oliveira
Há inúmeras definições de provincianismo. Mas há uma que diz ser o provincianismo a necessidade de aprovação de outro/de fora para existir; ou, ainda a exigência do olhar do outro para se ver. No fundo, algo como uma inferioridade.
Mas o que é mesmo provincianismo? Eu o entendo como uma identidade cultural, repleta de manifestações fora do tempo, de coisas tidas como fora de moda, arcaicas, etc. Enfim, cabem muitas coisas no conceito de provincianismo.
Mas não há dúvida que provincianismo é um conceito cultural e, como todo conceito cultural é um conceito subjetivo, logo nele cabem todas as nuances da subjetividade. Isto é, atende à visão de mundo de quem o define.
No sentido pejorativo, provincianismo expressa a noção de “periferia”. A explicitação do sentimento de superioridade é patente relação de pessoas nascidas na “capital” quando se referem às que nasceram na “roça” (fala-se roceiro, para dizer que é gente simples, da roça, atrasado, etc.), por exemplo ente paulistanos e paulistas; belohorizontinos e demais mineiros.
Quando a capital fica à beira do mar, os outros lugares são denominados de INTERIOR. Então quem não nasceu na capital é chamado de “do interior”. É assim que em São Luís, por exemplo, se referem a quem não nasceu na ilha de São Luís (sim, em toda a ilha, não apenas na cidade de São Luís). Há sempre um “ar” de superioridade.
Eu sei bem, pois nasci “no interior”. Adolescente fui morar na capital. Ora, no Maranhão nascer no interior, parece ser um demérito e uma desgraça eterna... Várias vezes, anos e anos depois, aturei namorados dizerem: “minha namorada é uma menina do interior”... Ou seja, culturalmente, pelo menos em São Luís do Maranhão, nascer no interior parece uma marca de ferro de gado! O que isso significa, então? Apenas uma manifestação de que nascer na capital parece, na prática, que dá o direito a algum tipo de superioridade. Nada menos!
Fernando Pessoa, em Páginas de doutrina estética, 1946, p.182, refletindo sobre cosmopolitismo versus provincianismo, assim se expressa: “Recordo-me de que uma vez, nos tempos do Orpheu, disse a Mário de Sá-Carneiro: ‘V. é europeu e civilizado, salvo em uma coisa, e nessa V. é vítima da educação portuguesa. V. admira Paris, admira as grandes cidades. Se V. tivesse sido educado no estrangeiro, e sob o influxo de uma grande cultura européia, como eu, não daria pelas grandes cidades. Estavam todas dentro de si’”.
Mas pensemos sobre uma reflexão aproveitável e não racista de Gilberto Freyre sobre o tema:
“Creio que foi principalmente a Universidade de Columbia, cosmopolita como nenhuma e como nenhuma cheia de provincianos do mundo inteiro, que me distanciou para sempre do puro cosmopolitismo, depois de me ter curado do bairrismo também puro. Mas não para me tornar um chauvinista ou nacionalista intolerante, e sim um adepto da combinação de duas tendências que só combinadas me parecem psicológica e culturalmente criadoras ou fecundas: provincianismo e universalismo; regionalismo e cosmopolitismo; continentalismo e oceanismo.”. Fonte: FREYRE, Gilberto. Precisa-se do Ceará. O Jornal. Rio de Janeiro, 9 set. 1944.
Mas em AS MÁXIMAS DO MARQUÊS: MORAL E POLÍTICA NA TRAJETÓRIA DE MARIANO JOSÉ DA FONSECA, Guilherme Pereira das Neves (Departamento de História UFF), há um trecho ilustrativo:
“A essa altura, pode-se pensar que Maricá não tem mais com o quê nos espantar... No entanto, para ele, os ‘homens do Brasil nunca poderão ter a atividade das terras frias’, porque, em um país em que o bananal ‘dá fruta para todo o ano’, não é necessário “que os seus habitantes se matem pela vida.’ ‘Por isso, o maior mal do império é o espírito de provincianismo e bairrismo. Cada província argumenta com o seu nos quoque gens sumus. O ato adicional, com as suas assembléias legislativas, permite às províncias fazer verdadeiras leis, estabelecer verdadeiros impostos; foi um erro [...]; foi uma imitação dos Estados Unidos, mas, para a analogia, faltava o fundamento da paridade.”
Belo Horizonte, 19.04.2006
29/01/07 29/01/07
Mariana Rodrigues escreveu:
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Mel Coelho escreveu:
Queridíssima Fátima Oliveira,
Minha irmã ideológica (100%), sim, a gente quase nunca tem a idéia exata do poder das palavras... Faço "mea culpa" público, pois fui eu quem, numa brincadeirinha, escrevi:
"O que não pode é o mundo perder essa mulher para a província (de São Luís!). Porque pelo ritmo de rock que vai essa paixão, corremos esse risco sim. Brincadeirinha, sanluizenses...
Quero pontuar a proeza dessa mulher que sabe consegue falar de política e falar de amor como coisas naturais de sua vida com uma simplicidade que encanta. Sabemos que não é fácil.
Mas para juntar lê com crê, Fátima Oliveira declarou mesmo a sua paixão
em 9 de novembro de 2005:
“ A reta final preparatória da Marcha tem, coincidentemente, se forjado como momentos de absoluto estado de paixão, graças ao reencontro de amores enlouquecidos perdidos no tempo, tornando pessoas entrando no outono da vida adolescentes desvairados, em busca do tempo perdido, ardendo em de-li-CIO-sa paixão... "
Escrevi isso como comentário ao seu lúcido artigo: Um OD (Opus Dei) presidente do Brasil. Fátima Oliveira (18.01.2006), que se encontra aqui no Portal em
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No qual há uma frase que achei linda e reveladora:
" Pelas deusas, que essa história de votar no menos pior não seja mais uma constante em minha vida! Lutarei contra isso, com todas as minhas forças e lições do alto dos meus 53 anos e uma vida quase toda nas refregas da política.
Mas tanto que o amor da minha vida foi, por anos, do jornalismo da Globo e eu jamais o vi na TV, pois anos a fio recusei-me a ver o que a Globo noticiava. A não ser no dia em que uma vizinha entrou em minha casa esbaforida gritando: “Liga, liga a TV, tá passando as Diretas na Globo”.
Enfim, mais uma vez, as minhas desculpas e creia em meu profundo arrependimento. Jamais imaginei ter causado em você tamanho desgosto ou sentimento de discriminação.
Mel Coelho
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“Na curva perigosa dos cinqüenta/derrapei neste amor. Que dor! que pétala/sensível e secreta me atormenta/e me provoca à síntese da flor/que não sabe como é feita: amor/na quinta-essência da palavra, e mudo/de natural silêncio já não cabe/em tanto gesto de colher e amar/a nuvem que de ambígua se dilui/nesse objeto mais vago do que nuvem/e mais indefeso, corpo! Corpo, corpo, corpo/verdade tão final, sede tão vária/a esse cavalo solto pela cama/a passear o peito de quem ama.”Quarto em desordem. Carlos Drumond de Andrade . http://cseabra.utopia.com.b...
20/04/06 20/04/06
29/01/07 29/01/07
Gustavo Lobato escreveu:
É emblemático que num debate sobre eleições para reitor da UFMA, num vai e vem, numa polêmica que a princúpio nem tinha razão de ser porque realmente Larissa Dias não escreveu absolutamente nada de teor discriminatório contra a UFMA, como quiseream fazer crer dois comentaristas nos arroubos dos seus comentários...
Quase me perdi na imensidaão do parágarfo. Mas retomo, é emblemático
que apareça aqui no meio da conversa, e muito naturalmente, trechos de um romance, prerstigiadísismo por sinal, com resenha enorme na Folha de São Paulo, de uma maranhense, cuja protagonista era estudante da UFMA. Muito bacana isso!
Para quem não leu o livro, a protagonista de A hora do Angelus era estudante da UFMA, já nos tempos do Campus do Bacanga.
Para mim isso é um bom sinal de que a UFMA comece a trilhar as veredas da democratização com o novo reitor, que também espero que seja Natalino Salgado. È claro que na hora em que a Dra. Fátima Oliveira quiser se pronunciar, esperamos que se pronuncie (declarou apoio a Jackson Lago aqui no Portal, e foi muito bom), pelo que conhecemos dela ela declarará apoio a Natalino Salgado, e também dirá que ele é o melhor nome em prol da democratização da UFMA. Sei que dirá.
29/01/07 29/01/07
Larissa Dias escreveu:
Continuo achando este um assunto "muito paroquial" para aparecer no PMLB como um assunto de interesse nacional. Ora é uma campanha de alguém para reitor da UFMA.
Repito aqui um comentário que postei em outra matéria:
http://www.mhariolincoln.jo...
23/01/07
EXPECTATIVA GRANDE NOS MEIOS UNIVERSITÁRIOS DO MARANHÃO
Prezada Lúcia, não se trata de conhecer ou desconhecer o Dr. Natalino Salgado e nem de duvidar de suas qualidades.
Só acho que é INADEQUADA esta campanha para ele, ou para qualquer outro candidato a reitor da UFMA (falando nisso, quem são os outros candidatos?) num site como este. A não ser que Mhário Lincoln coloque aqui uma Seção chamada Eleição para REITOR e divulgue aqui todas as candidaturas a Reitoria de todas as Universidades Públicas do país.
Penso assim por ser este um tema muito local. Mais restrito ainda à comunidade universitária do Maranhão.
Espero ter me feito entender. Não há nada que transforme esta disputa à reitoria da UFMA em um debate ou tema de interese nacional. É muito bairrismo este destaque aqui. NADA CONTRA A SUA CANDIDATURA. NEM DOS OUTROS QUE NÃO CONHEÇO.
LUIS IGNÁCIO BARBOSA escreveu:LARISSA
VocÊ QUIs ESNOBAR O MARANHÃO E A UNIVERSIDADE FEDERAL. DEPOIS QUE VOCÊ LEU SOBRE SUA RATADA VOCÊ QUIS DESCONVERSAR. AS SUAS PALAVRAS - LEIA BEM - SÃO DISCRIMINATÓRIAS E NÃO PERTINENTES Á DISCUSSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO QUE QUER SAIR DO MARASMO QUE SE ENCONTRA. NÃO META A DRA. FÁTIMA NO CONTEXTRO. NEM O DR. MÁRIO MÁRCIO. ASSUMA SOZINHA A RATADA DE NÃO ACREDITAR NA UNIVERSIDADE DE SUA PRÓPRIA TERRA.
SER A DRA. FÁTIMA SE MANIFESTASSE, COM CERFTEZA, LEVANTARIA ESTA BANDEIRA: TORNAR A UFMA UMA UNIVERSIDADE FEDERAL RESPEITADA NO BRASIL. DAQUI SAEM MILHARES DE PESSOAS ANSIOSAS POR UMA OPORTUNIDADE, FATO QUE OS POLÍTICOS NÃO DEIXAM NINGUÉM CRESCER NESTA TERRA. ENTÃO, QUANDO APARECE UM HOMEM DESSES COM ESTIMULO DE TORNAR UMA UNIVERSIDADE, PARTE DA CIDADANIA E DO POVO, TEM-SE QUE QUE LEVANTAR AS MÃOS AOS SEUS E GRITAR: ÓH GLÓRIA! NATALINO VAI FAZER O POVO DO MARANHÃO SE INTEGRAR DEFINITIVAMENTE ÀS UNIVERSIDADES COM OU SEM COTAS, COM OU SEM GRANA, COM OU SEM "QUEM INDIQUE". EU GARANTO PORQUE O CONHEÇO. AGORA VOCÊ, LARISSA DEVERIA VESTIR ESTA CAMISA E AO INVÉS DE FALAR EM REGIONALIZAÇÃO, DEVERIA COMPRAR A BRIGA PARA QUE OS INCAUTOS E IDIOTAS RESPEITEM MAIS A NOSSA TRADICIONAL UFMA. EU MESMO, MARANHENSE, FORMADO EM QUÍMICA, NUNCA CONSEGUI UM EMPREGO EM MINHA ÁREA (EM ALGHUMAS CAPITAIS DO BRASIL) PORQUE MEU DIPLOMA ERA DA UFMA. HOJE, AQUI EM MANAUS, CONSEGUI UM EMPREGO DE QUÍMICO NUMA INDÚSTRIA QUÍMICA PORQUE PROVEI QUE MINHA CAPACIDADE VALIA E QUE O CURSO DE QUÍMICA DA UFMA VALIA IGUALZINHO DE UM A OUTRA UNIVERSIDADE PRESTIGIADA. ENTREI NA JUSTIÇA E GANHEI A VAGA. E VOCÊ LARISSA SÓ FALA E CONDENA. LUTE, LUTE VISTA A CAMISA E LUTE PARA QUE OS PROFISSIONAIS FORMADOS PELA TRADICIONAL UFMA NÃO SEJAM RIDICULARIZADOS COMO EU FUI, AQUI EM MANAUS, ANTES DE GANHAR MINHA VAGA (POR CONCURSO) NA JUSTIÇA. SUAS PALAVRAS, LARISSA É QUE DÃO OPORTUNIDADE PARA RH'S DO PAÍS IMPEDIREM A POSSE DE VÁRIOS ALUNOS UFMA EM CONCURSOS OU ESCOLHAS ATRAVCÉS DE ENTREVISTAS. EU SOFRI MUITO. MAS NUNCA PERDI MINHA CONFIANÇA NA QUALIDADE DA UFMA DIANTE DE OUTRAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS. QUE ISSO FIQUE BEM CLARO, LARISSA. VISTA A
CAMISA E ACABE COM A DISCRIMINAÇÃO MUITO CLARA EM SEU TEXTO. NÃO META A DRA. FÁTIMA NEM O DR. MÁRCIO. ASSUMA SOZINHA SEUS ERROS.
29/01/07 29/01/07
Erina Moreira escreveu:
A internauta Larissa Dias, equivocadamente, colocou o debate sobre as universidades públicas brasileiras, dentre estas a tradicional Universidade Federal do Maranhão, como assunto "muito paroquial". Creio que o blog do jornalista Mhário Lincoln é um espaço democrático, uma tribuna livre onde todos os cidadãos podem expressar suas opiniões e debater questões de interesse público. Que venham outros candidatos expressar suas idéias. O Dr. Luis Gaudêncio Belchior, de Brasília, esclareceu muito bem o assunto. Nossa UFMA é de âmbito federal. O Prof. Dr. Natalino Salgado Filho é reconhecido internacionalmente como nefrologista pela sua vasta cultura médica. Seu notável trabalho como administrador público trasnformaram o Hospital Universitário/UFMA num dos melhores hospitais públicos deste país. As coisas do Maranhão interessam a todos os brasileiros.
Larissa Dias escreveu:
Prezada Erina Moreira e
Dr. Luis Gaudêncio Belchior,
Em minha terra, que eu acho que é a mesma de vcs, o Maranhão, se diz que "Apressado come cru". Eu sei desse ditado porque sou da roça, nasci na roça. Sou daquelas que certa vez uma maranhense ilustre, falo da Dra. Fátima Oliveira, aqui se definiu como tal: "Sou uma moça do interior". E por ser "uma moça do in teiror era discriminada até pelos namorados que diziam que estavam namorando uma "menina do interior". Ela odiava isso, mas é assim que "ludovicenses da gema" ainda tratam quem não nasceu na "ilha". Não sei se Erina Moreira é. Ou o doutor.
Pois bem, por favor releiam o que eu escrevi. Releram? Releiam o que vocês escreveream em tom acustório e de Caça às Bruxas. Releram?
Não é à-toa que muita gente diz que faz parte do DNA cultural de professores universitários pensarem que têm o rei na barriga, e até a rainha e até toda
a nobreza. Coisa de mentes colonizadas...
Por que devo aceitar que o ilustre Dr. Luis Gaudêncio Belchior (Pós-Graduado em Ciências Políticas/Canadá) e a ilustríssima Erina Moreira desçam o sarrafo em mim, colocando em minha boca palavras que eu não disse, usando de tantos impropérios para dizer que estou discriminando a UFMA. Queridos eu sou uma SEM-UFMA! Vocês sabem o que é isso? Nem para universidade eu pude ir. Diferentemente de vocês. Onde é que está a discriminação? De qual lado?
Eu entendo que a UFMA é um patrimônio público maranhense e brasileiro e que há muitos anos foi jogada para as calendas gregas. Em nome da ética precisa ser recuperada.
Mas o que eu disse aqui e volto a repetir
é que a eleição d eum reitor ou reitora um assunto local. Lamentavelmente. Mas é.
E que se o Portal Mhário Lincoln do Brasil estava dando espaço tão grande para a eleição do reitor da UFMA e divulgando a candidatura que considera melhor (é um direito do Portal, claro), deveria criar um espaço chamado Eleições para reitorias de universidades Públicas.
Sinceramente, acho que seria importante. Mas discordo da forma como foi feita a divulgação aqui do Dr. Natalino Salgado, apesar dos seus méritos reconhecidos. M einformei sobre ele e a minha informante
acha que ele realmente é uma candidatura relevante. Mandei um e-mail para a Dra. Fátima Oliveira perguntando sobre ele e ela, educamente disse que ele era um nome
que se eleito, com certeza faria uma gestão histórica e que a UFMA estava precisando de uma sacolejada e que ele parecia ser a pessoa talhada para tanto.
Mesmo após ouvir uma opinião que respeito até demais da conta, repito:
Só acho que é INADEQUADA esta campanha para ele, ou para qualquer outro candidato a reitor da UFMA (falando nisso, quem são os outros candidatos?) num site como este. A não ser que Mhário Lincoln coloque aqui uma Seção chamada Eleição para REITOR e divulgue aqui todas as candidaturas a Reitoria de todas as Universidades Públicas do país.
Penso assim por ser este um tema muito local. Mais restrito ainda à comunidade universitária do Maranhão.
Espero ter me feito entender. Não há nada que transforme esta disputa à reitoria da UFMA em um debate ou tema de interese nacional. É muito bairrismo este destaque aqui. NADA CONTRA A SUA CANDIDATURA. NEM DOS OUTROS QUE NÃO CONHEÇO.
Célio Gitahy Vaz Sardinha escreveu:
O Doutor Natalino Salgado Filho é um notável discípulo de Hipócrates, um autêntico sacerdote da medicina, dedicado a tantos quantos necessitam de seus conhecimentos científicos e préstimos profissionais, especialmente na área da Nefrologia que exerce com verdadeira paixão. Tive singular oportunidade de trabalhar com esse amigo na Diretoria do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão(HUUFMA), durante sete anos e meio e aprendi bastante com o Dr. Natalino, professor, gestor e um legítimo líder servidor, que foi capaz de operar uma total metamorfose no HUUFMA, elevando-o à condição de um dos primeiros colocados na classificação geral de hospitais públicos do Brasil, conquistando inclusive, títulos que nunca antes obteve. Sem sombra de dúvidas, o Dr. Natalino Salgado Filho, é um excelente nome para o cargo de Reitor da UFMA, pelos seus méritos pessoais, pela sua conduta ilibada e íntegra como gestor público, somadas ainda ao dinamismo e empreendedorismo de suas ações em tudo aquilo que faz, sempre imbuído de boa-fé e elevado espírito religioso, com perseverança e humildade, peculiares a um verdadeiro cristão, que prega e realiza o melhor possível em prol de seus semelhantes e da comunidade onde vive e trabalha, ao lado de seus familiares. É um verdadeiro paradigma de trabalho e honra a ser seguido.
Como advogado, ex-aluno do Curso de Direito da UFMA, também ex-servidor dessa grande Universidade, que tanto nos fascina, cujos colegas e amigos prezo, estimo, e respeito, desejo sinceramente que o Dr. Natalino Salgado Filho seja o próximo Reitor da UFMA e possa contribuir com sua ímpar capacidade de trabalho e paradigma de vida para o desenvolvimento pleno e engrandecimento da nossa tão querida Universidade Federal do Maranhão.
Avante Dr. Salgado! E que DEUS abençoe e guie seus passos.
Célio Gitahy Vaz Sardinha (Professor Universitário, Delegado de Polícia e membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão). 29/01/07 29/01/07
Antero de Quental (é meu nome!) escreveu:
Viiiiiixe, Mhário, esquentou, esquentou. Tá pegando fogo. Eu só queria entender como é que o nome da Dra. Fátima Oliveira entrou nisso. E qual a dúvida sobre quem ela apoiaria? Fátima Oliveira é uma mulher que faz política e sempre tem um lado. Disso ninguém duvida, nesse país. De mamando a caducando. Mas por que essa encrenca toda? É dose, tchê!
Aqui não tem nenhum maluco e nem analfabeto. Vamos fazer a campanha gente e deixar o botox de lado. Intolerância nunca foi a melhor conselheira. Se meu apoio vale ralguma coisa Natalino Salgado para reitor da UFMA!!!!...
29/01/07 29/01/07
Ana Emilia Oliveira escreveu:
(Em pós-estudos nos Estados Unidos).
A indiscutível eficiência com que tem conduzido o Hospital Universitário representa um grande cartão de visita para a candidatura do Prof. Dr. Natalino Salgado ao posto de Reitor da UFMA. Sem dúvida, o seu dinamismo administrativo aliado a sua capacidade de buscar recursos tem muito o que contribuir para o engradecimento da nossa universidade. Conte com o meu apoio Professor!!!
01/02/07.
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